Enviado por Marcelo Moraes Caetano em 11. Abril 2010 - 18:02.
A questão do "mais forte" ou do "darwinismo social" (só os fortes sobrevivem, seleção natural pelo viés do forte, mais-valia etc.) é sempre crucial e cruciante na História da humanidade. Por mais que se "civilizem" as populações, vez por outra uma potência belicamente mais portentosa resolve tomar a dianteira do mundo e as rédeas do planeta, ainda que sob a suposta égide da manutenção do "Bem". "Bem" para quem? É a paráfrase de "Ao vencedor, as batatas?" Envergando um diáfano e ilusório manto de paladinos da Verdade e da Justiça, sempre houve - e temo que sempre haverá - nações que, armas em riste, querem, como num pueril desenho animado qualquer, dominar o mundo... Isso existe; e persiste. (Marcelo Moraes Caetano)
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Ao vencedor, as batatas?
A questão do "mais forte" ou do "darwinismo social" (só os fortes sobrevivem, seleção natural pelo viés do forte, mais-valia etc.) é sempre crucial e cruciante na História da humanidade. Por mais que se "civilizem" as populações, vez por outra uma potência belicamente mais portentosa resolve tomar a dianteira do mundo e as rédeas do planeta, ainda que sob a suposta égide da manutenção do "Bem". "Bem" para quem? É a paráfrase de "Ao vencedor, as batatas?" Envergando um diáfano e ilusório manto de paladinos da Verdade e da Justiça, sempre houve - e temo que sempre haverá - nações que, armas em riste, querem, como num pueril desenho animado qualquer, dominar o mundo... Isso existe; e persiste. (Marcelo Moraes Caetano)
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