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O Tibete deve ser independente

O Tibete é um país riquíssimo e tem sua própria economia e cultura própria. É um país milenar e pacífico. E por ser pacífico a China viu brechas para invadi - lá e torná-la região autônoma da china. Com o decorrer do tempo e com a flexibilidade que a China vem sofrendo com seu governo, eu espero que ela, China, seja flexível e sentimental com relação ao Tibete, o teto do mundo. Tem que os países do mundo fazer uma mobilização e fazer uma mediação entre China e Tibete para que haja um acordo e o Tibete volte a ser um país independente. Os Estados Unidos da América, como a maior liderança mundial hoje, e como o novo governo de Obama, tem que intervir de forma pacífica nesse caso. O Brasil, por exemplo, que é considerado um país pacífico e bem visto por todo o mundo devia usar essa influência no caso do Tibete. A China tem que reconhecer que o Tibete tem história e tem um povo, uma língua, uma cultura própria, é um país. E tem que acabar com essa política ambiciosa de expansão de território alheio as desavenças vizinhas. O Tibete tem que fazer uma campanha em massa cultural de marketing envolvendo outros países e o dalai lama para retomar o território e voltar a ser independente. Tem que falar com a ONU. A ONU tem que intervir. Tem que intervir, por uma questão de honrar. O Tibete merece a independência, a China pode se tornar um grande parceiro do Tibete. Isso tem que entrar de uma maneira ou de outra na cabeça dos líderes chineses. O Tibete é grande e a China também não é grande, então a que reconhecer a grandeza do Tibete e deixar-la ser independente.

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