O mal do espetáculo!
O que pode ter realmente ocorrido? Jamais, nunca mais saberemos a verdade na qual se possa acreditar em absoluto.
Do que aconteceu são muitas as premissas possíveis, quando se enfoca uma operação de invasão pela polícia do local de cárcere com vítimas e seqüestrador:
- Operação padrão de invasão pela polícia. Um policial dá um tiro (que será divulgado como efetuado pelo seqüestrador), jogam-se no local bomba de efeito moral ou de gás lacrimogêneo, e os policiais precipitam-se para dentro do ambiente de cárcere das vítimas do seqüestro e de presença do seqüestrador. Normalmente, neste tipo de ação há pessoas baleadas, vítima(s) e/ou seqüestrador, e jamais se poderá saber realmente se quem baleou foi policiais ou seqüestrador, pois não haverá mais como ter garantia de estar sendo apresentada a verdade absoluta. A própria situação que se desencadeia nesse tipo de circunstância é de que a polícia invada atirando primeiro para depois ver o que se passou no ato de invasão.
- Operação de invasão por pânico. Ouve-se um disparo realmente efetuado pelo seqüestrador. Poderia até ser um tiro acidental, e até sem ferimento a uma vítima do seqüestro, mas não dá para chamar ao telefone seqüestrador e vítimas, para perguntar o que aconteceu. Assim, nessa circunstância, a operação padrão é de instantânea invasão, e o policial vê-se na condição de atirar primeiro para depois perguntar ou mesmo ver o que é. A lógica para essa ação de invasão é de que o seqüestrador atirando numa vítima, isso desencadeará novos disparos pelo mesmo e um agravamento e/ou aumento de vítimas, e seguindo-se o seqüestrador não mais se sentir em perspectiva ou chance de render-se.
- Operação de invasão assassina. No momento em que a polícia tem um quadro da situação no interior do ambiente de cárcere, e vê-se uma perspectiva de matar o seqüestrador, um justiceiro toma a decisão de consumar. É dado um tiro (para divulgar como sendo feito pelo seqüestrador), e os policiais adentram o ambiente onde está o seqüestrador atirando em tudo que se mexer. Nesses casos também nunca se saberá a verdade absoluta, no caso de vítimas atingidas por disparos, se quem atirou foi o seqüestrador ou policiais. O fato é que nessa forma de operação, o policial não tem escolha, pois a reação esperada é que no ato da invasão se desencadeie o seqüestrador atirar nas vítimas do seqüestro ou nos policiais.
Não sabemos, e nunca mais iremos saber toda a verdade do que aconteceu no Caso Limdembergue Alves. Podemos apenas comentar detalhes que são evidências expostas de uma forma que se tornam imutáveis, e não podem ser alvo de distorções ou dissimulações, ou outros tipos de inverdades. Basicamente, entre essas evidências explícitas há duas que são notáveis: - uma, aspectos que são tidos como impróprios para a negociação com seqüestrador; e – outra, a polícia não matou o seqüestrador.
Para mim que sou leigo e sem nenhuma experiência em qualquer caso que sirva para sustentar ilações a respeito das atitudes de policiais em tais circunstâncias, realmente o que falo sobre o assunto é muito relativo. Contudo, penso que alguma coisa insere-se numa lógica ampla, que pode ser vista pela simples meditação ou observação. Assim, sobre a negociação, faço algumas considerações. Claro, que agora, com tudo já tendo acontecido é fácil criticar erros dos policiais, mas ainda assim vou salientar algumas particularidades.
Acredito que não se devia ter deixado o seqüestrador falar com a imprensa, que vem tentando transformar a nação brasileira numa população de psicopatas - sociopatas, pela forma como a indústria da violência se serve dos meios de divulgação de massa. Chega a transparecer um intento de transformar o Brasil num estado policialesco e país de justiceiros com sistema de Justiça regido por canalhocracia, onde o estado de direito e direitos humanos sejam repudiados. A concessão não deveria ir além de barganhar com o seqüestrador nada mais do que a divulgação de uma nota ou gravação de fala do mesmo. A simples entrevista com jornalista, no atual panorama da imprensa brasileira em torno de casos criminais e violências diversas, já é suficiente para afetar o psiquismo do seqüestrador, de um modo danoso para a situação da ocorrência com seqüestro. Também deveria haver uma forma de bloquear totalmente que, no local de cárcere de vítimas e presença do seqüestrador, fosse possível sintonizar emissoras de televisão ou radiodifusão. Nada, nada mesmo, pode ser pior, nessas circunstâncias, que o efeito da mídia sensacionalista agindo diretamente sobre as vítimas de seqüestro e sobre o seqüestrador.
O negociador policial deve também manter seu poder de barganha, fazendo concessões por tempo determinado ou condicionadas, como no caso de água e luz, alimentos, etc. Isso servirá para manter o seqüestrador em trocas de exigências, bem como servirá para estabelecer um vínculo mais forte de negociação e confiança. Ainda, o negociador policial deve atender a credibilidade em dar garantias de vida ao seqüestrador na sua rendição. Não pode acontecer de no ato de o seqüestrador entregar-se algum policial dar um tiro, e outro policial atirar no seqüestrador, e tudo ser anunciado como tiroteio. Ainda é preciso que a Polícia tenha crédito de que não executará o seqüestrador tão logo esteja na mira de tiro ou indefeso, pois há uma crença de que ocorrem execuções. Também os casos de suicídio, por estarem fora da lógica previsível da situação, geram crenças de execução após o seqüestrador ter sido desarmado ou entregar-se. Lembre-se que o percentual de negociações bem sucedidas com seqüestradores está numa razão direta e proporcional a poder-se negociar não apenas a segurança ou a vida de vítimas, mas acima de tudo a própria vida do seqüestrador, o que exige esse poder acreditar e confiar na Polícia.
Também não se deveria permitir ação da imprensa sobre os policiais em ação, e até mesmo a presença da imprensa no local deveria ser bastante regulada e controlada. A simples presença de câmeras e holofotes no local dos fatos torna-se danosa, mas além disso acresce a ação de produção de sensacionalismos, manifestações, comoções, etc. Parentes e terceiros interessados ou curiosos deveriam ser rigorosamente contidos, e unicamente admitidos em qualquer influência sobre o desenrolar dos fatos quando fossem solicitados pelo comando policial, ou dentro de normas determinadas. Agentes outros, até mesmo de direitos humanos, também não deviam ter permissão para interferências diretas sobre os policiais em ação no local do seqüestro, admitindo-se entretanto a ação dos mesmos sobre o comando superior da organização policial ou altos escalões de outros órgãos de segurança.
Não há dúvida que houve erro em permitir que uma das vítimas, até se fosse maior de idade, voltasse ao cárcere junto ao seqüestrador. Também se não se tratasse de uma vítima do seqüestro, mesmo uma terceira pessoa qualquer, não deveria, nem mesmo em regime de troca, ser posta em situação de cárcere do seqüestrador. A lógica da negociação com o seqüestrador é sempre libertar vítimas do cárcere, até mesmo na simples perspectiva de reduzir possíveis vítimas de desenlace trágico. Assim, é válido o negociador barganhar com o seqüestrador todas as formas que sirvam para dar segurança às vítimas do seqüestro ou reduzir as possíveis vítimas de um desfecho com maiores riscos de vidas ou casos fatais. Não há dúvida, nenhuma, sobre a boa intenção com que, no caso Limdembergue Alves, uma das vítimas foi retornada ao cárcere, mas é difícil não considerar isso um erro.
Infelizmente, neste caso, como já aconteceu em outros, houve muita influência da imprensa, com o fato chegando a ser coberto em amplitude de 24 horas, e com todo o tipo explorações. Chegou-se mesmo até a entrevistas com psicólogos, psiquiatras, e agentes sociais, com todos vomitando seus sensacionalismos, e procurando explorar seus interesses particulares e classistas. Também no local de operação da Polícia houve uma presença de imprensa, do que se deduz das imagens mostradas na televisão, que poderia ter sido mais restringida, a fim de não produzir interferências negativas.
Outro aspecto, é que no Brasil tem-se Psiquiatria criminosa liberada, e transformada em crime perfeito, com encobrimento e impunidade. Há maus profissionais e procedimentos médicos condenáveis que não estão sendo devidamente denunciados e punidos, bem como não estão sendo adequadamente coibidos. A automedicação e a prescrição médica de drogas psiquiátricas está acontecendo com liberalismo impróprio, e necessita de controles mais rigorosos. Os diagnósticos de distúrbios mentais podem mesmo ser armações subjetivas ou interesseiras ou até mesmo imposturas. Os casos que se têm conhecimento e os que “vazam” nos noticiários sustentam essa suspeita. Há casos até de internamentos psiquiátricos que ocorrem de forma condenável.
Uma infâmia é o silêncio que se impõe à imprensa sobre noticiar qualquer uso de drogas psiquiátricas por pessoas envolvidas em crimes, situações diversas de violência ou descontroles pessoais, ou acidentes de veículos ou outros. A sociedade brasileira está sendo medonhamente desinformada sobre os efeitos colaterais das drogas psiquiátricas. Contudo, não estou dizendo que esse aspecto esteja presente no caso Limdembergue Alves, mas não se pode deixar de considerar uma suposição hipotética em casos dessa natureza. Assim como também se sabe que nesses tipos de ocorrência uma possibilidade é a influência de drogas ilícitas (êxtase, heroína, cocaína, crack, maconha, etc), bem como entre as drogas lícitas, além das medicamentosas, também o consumo de álcool deve ser investigado.
No caso Limdembergue Alves tudo parecia encaminhar-se para uma rendição do seqüestrador, fosse pela exaustão do mesmo ou por ceder e entrar em acordo para entregar-se. Após o tempo de duração do seqüestro, 100 (cem) horas, o seqüestrador atingiu uma condição crítica tanto diante da falta de sono, como da pressão psíquica continuada. Uma situação assim, indicava que se mantivesse negociação até tudo resolver-se pacificamente, mas também significava que estaria instalado ou agravado um quadro momentâneo de perturbação mental do seqüestrador. A situação em que o seqüestrador se colocou, ao encetar o seqüestro levou a uma crescente dificuldade do mesmo em ter racionalidade adequada para render-se e/ou liberar suas vítimas. Se os policiais optaram por invadir preventivamente, cometeram uma monstruosidade e um estarrecedor crime, mas se invadiram diante de ouvirem um tiro, que realmente tenha sido disparado pelo seqüestrador, ninguém poderá dizer que a Polícia não agiu como devia naquele momento em que a invasão seria necessária.
Também as condições em que a operação foi montada colocaram a Polícia em situação de não poder seguir esperando por fazer o seqüestrador ceder ao natural. Contudo, era uma sexta-feira, e ter-se-ia à frente sábado e domingo, porém demora excessiva é muitas vezes contra-indicada pelos fatores de estresse e perturbação do próprio seqüestrador e das vítimas, bem como dos policiais; sem falar que crescem o vulto negativo e os danos da exploração sensacionalista e da excitação pública em torno do fato, e avultam diversas pressões externas. Foi usado um estabelecimento educacional como centro de organização das operações, o que fez com que não houvesse aulas no local. Também no condomínio residencial moradores foram impedidos de circularem ou acessarem suas residências, o que gerou pressões populares.
A tudo isso se somou a pressão da imprensa e de agentes de instituições diversas diante de críticas e sensacionalismos contra as decisões tomadas pela Polícia, especialmente a volta de uma das vítimas, adolescente, ao cárcere. Além disso, há profissionais de imprensa que nessas situações agem de modo desmedido ou produzem comportamentos irracionais de populares. Isso também pode de alguma forma ter sido desastroso, e levado ao final infeliz da história. Houve ainda, devido à exploração pela mídia, um inevitável chamamento de curiosos e de exacerbados ou maníacos de ocasião ao local. Considere-se, ainda, todo um rol de influências, diretas e indiretas, da ação da mídia em provocar ou mover acontecimentos, e também falácias, para que sirvam a seus interesses e sensacionalismos. Enfim, tudo conspirou contra as condições e necessidades que seriam ideais para a Polícia poder lidar com sucesso neste caso de negociação com um seqüestrador.
Por fim, sobram dúvidas sobre o que se passou em relação aos disparos efetuados. Se foi o seqüestrador quem atirou nas vítimas do seqüestro, o mais provável é que não se rendesse, e atirasse também nos policiais. Se o seqüestrador não estava de posse da arma no momento da invasão, e sim a tinha dado a uma das vítimas, que pode até ter disparado acidentalmente, tudo resultou numa tragédia que só se pode lamentar, e deve-se apurar as responsabilidades pelo desfecho. Outro fato é que diante de vítimas baleadas, no caso de isso ter sido feito pelo seqüestrador, ficaria muito difícil aos policiais negociarem uma rendição do mesmo, diante da urgência de socorrerem as vítimas, e face a perspectiva de disparos contra os policiais, num clima de tiroteio.
Na situação, em que resta uma falta de informação ou há desinformação, pode-se até imaginar que as vítimas foram baleadas ao se colocarem à frente do seqüestrador, para protegê-lo de ser morto. Qual foi a verdade de tudo que aconteceu? Para mim não mais se saberá de uma forma absoluta a verdade do que aconteceu. Assim, não me sinto na condição de fazer qualquer condenação aos policiais pelo que aconteceu no momento da invasão, porque sei que não sei, e nem irei, nunca mais, saber a verdade absoluta. Cabe, sim, aos órgãos pertinentes apurar com isenção e imparcialidade os fatos.
Sobre a questão de crime passional, creio que se deveria até restringir legalmente que maiores de idade tenham ligações de namoro, envolvimentos amorosos e romances, com menores de idade. Temos tido, ao longo dos tempos, vários episódios criminais que só serão evitados com um rigor em controlar envolvimentos amorosos e sexuais de adultos, maiores de idade, com menores de idade. No passado essas situações estavam sempre inseridas num clima familiar, e também levavam ao casamento. Nos dias atuais essas situações de adultos em relações amorosas com menores de idade já não mais contam com o contexto social e pessoal de antigamente, e se tornaram nos dias de hoje até mesmo abusivas, quando não incursas em cometimentos mais grave.
COMENTÁRIOS:
- Escrevi o artigo acima logo no momento do estouro do cárcere pela Polícia. Porém ainda desejo comentar 2 notícias recentes posteriores, surgidas em meio a construções de versões diversas para os fatos, que reforçam minha noção de que agora não mais se saberá a verdade absoluta do que aconteceu. Não cabe aqui reproduzir o que vai sendo divulgado na imprensa e na internet, que mostra que a verdade está cada vez mais relativa e dependente das forças que a ela se sobrepõem. Apenas faço o registro.
- Antes foi dito que o seqüestrador tinha consigo mais de 30 projéteis para a arma que portava. Agora se fala que o seqüestrador não se suicidou porque sua arma após os 3 disparos ficou descarregada. É contraditório, e fica parecendo que se forjou uma grande quantidade de munição em poder do seqüestrador, o que até possibilitaria atribuir-lhe, num momento futuro, disparos feitos, por uma de suas vítimas ou policiais, de outra ou outras armas do mesmo calibre. Não seria lícito jogar com esse tipo de “precauções”.
- Ao ver na televisão o que foi mostrado como um disparo feito pelo seqüestrador, ficou-me uma dúvida, que sugiro que seja objeto de estudo da polícia técnica. A imagem mostra no momento do tiro um estouro/espirro de fumaça que me pareceu partir de fora da janela, enquanto o seqüestrador, com a arma, estava atrás de uma das vítimas, e ambos do lado de dentro da janela. Em tais situações, detalhes assim irão constituir autos/provas do processo judicial, e influirão no julgamento.
- No caso do disparo feito junto à janela, além de que se trata de algo que não se pode admitir seja irreal, também não é admissível que seja comprovado editando-se imagens e/ou sons. Contudo, tratou-se de uma cena mostrada num canal de TV que vi apenas uma vez, e assim posso não ter captado o inteiro e correto teor visual. Apenas cito o caso, porque acho que é legítimo que tais elementos reconstituintes de ocorrências havidas tenham sempre sua autenticidade verificada inclusive em detalhes minuciosos.
Obs. em 22/10/08: Hoje vendo imagens do disparo junto à janela, da mesma emissora de TV, tive a certeza de edição daquela imagem que vi anteriormente, pois as imagens agora mostradas são diferentes e num padrão que parece mais real. Assim, afirmo agora com certeza que uma imagem mostrada anteriormente estava editada. Ainda ontem à noite vi uma emissora de TV que parece ter editado o som antes da explosão feita pela polícia, para parecer um tiro, algo que seria procedimento sujo, enquanto a verdade parece ser a que está sendo demonstrada pela Rede Globo.
Temos tido no Brasil uma indús
Comentários
Lindembergue Alves: torturou, feriu e matou covardemente!!!
Este canalha, este bandido, este monstro covarde e assassino, chamado Lindembergue Alves, um dia saiu do meio do inferno, depois de ter causado danos irreparáveis ao diabo e ter sido o autor de monstruosos atos de perversidades e crueldades e com isto deixado satanás revoltado e indignado eis que este maldito verme transvestido de "homem", chega na terra e consegue se aproximar da frágil e vulnerável menina Eloá, que tinha 12 anos e que por ser fraca e vulnerável se deixou envolver emocionalmente por este safado.
Passados 3 anos, a menina, finalmente, tem a certeza de que o bandido com o qual, ela, estava envolvida sentimentalmente, não era merecedor do seu amor, por ser uma "pessoa" indigna e sem méritos pessoais, e quando teve a certeza de que não mais teria espaço na vida daquela que seria vítima da sua sanha monstruosa e criminosa, pois este bandido, perpretou um ataque súbito à residência da sua vítima armado com 2 armas e um saco cheio de munição e lá chegando sem titubear vai logo atirando contra o computador da sua vítima e mantém duas vítimas como refém por quase 5 dias, torturando a sua ex- namorada e a sua amiga, mesmo depois de tantos pedidos e apelos de diversas pessoas, parentes, amigos, jornalistas, negociador da polícia.
Acontece que o criminoso se mostrou frio, insensível e determinado a matar a sua vítima e se mostrando agressivo em diversas oportunidades, atirando pela janela do apartamento e numa conversa com uma jornalista num programa de Televisão, disse, afirmou e repetiu várias vezes que iria matar a menina: Eloá.
É incontestável e fica explícito e evidente que este monstro nunca gostou nem um pouquinho da sua vítima, quando a mesma teve a infelicidade de se envolver (namorando) com este criminoso.
Este canalha, tem a índole de um assassino cruel, covarde e contumaz.
Causa-me perplexidade, o fato de que este bandido teve a ousadia e a atitude audaciosa de propor um acordo, no qual, ele entregaria a refém viva e ilesa, se a polícia e a imprensa, garantissem que ele não sofreria nenhuma agressão, ou seja, não seria morto. Pois bem, a polícia cumprriu com o trato e o canalha monstruosos não, atirando numa das suas vítimas e matando brutal e cruelmente a outra( Eloá). E a polícia perdeu a oportunidade de ter fuzilado este imundo, pois se isto tivesse acontecido teríamos "varrido" este lixo da face da Terra e evitado que o governo tivesse mais despesas com este monstro.
Presidente Lula, por favor, pelo amor de Deus, assine um decreto presidencial fazendo vigorar em regime urgente a PENA DE MORTE: JÁ!! A partir de amanhã, segunda-feira e que este criminoso(Lindembergue Alves) irrecuperável possa ser o primeiro a ser punido com a PENA DE MORTE no Brasil. O limíte da tolerância chegou ao fim, basta de impunidade, não dá mais para suportarmos estes atos criminosos que nos deixam traumatizados e abalados emocionalmente.
Pelo sim, pelo não, por via das dúvidas, quero mandar um alô lá para os presos dos presídios de São Paulo ou seja lá de onde for, que quando o carcereiro colocar o Lindembergue aí na cela com vocês, saibam que ele torturou durante 5 dias, feriu uma pessoa e assassinou, covardemente, a namorada dele, só porque ela descobriu que ele não merecia mais o amor dela aí ele resolveu matá-la, um detalhe: ela só tinha 15 anos e era estudante e sonhava com um futuro realizador para sua vida e ele planejou como vingança a morte da menina Eloá. Então quando este safado chegar na cela, não esqueçam de presenteá-lo com um cordão grosso, que com certeza ele vai gostar muito de ganhar, pois quando o dia amanhecer o Lindemberguer vai está com a lingua esticada prá fora da boca e os dentes estarão arreganhados, demonstrando uma satisfação funestra. Ele merece!! Vamos limpar e tirar este lixo do nosso planeta!!
Instigação à assassinato é Crime!
Sr. Ivan Brafman, eu esperava que, ao menos passada talvez sua comoção de momento, você mudasse ao menos as últimas 3 frases do comentário que você postou aqui. Já faz quase um mês, e você manteve tudo que escreveu. Lastimável.